Patriotismo embaixo de sol escaldante  

Posted by: Jamile Rodrigues

Em uma manhã de sol e calor, mais de 35 mil pessoas se reuniram na Esplanada dos Ministérios para assistir ao desfile cívico-militar do 7 de setembro. Por volta das 9 horas, a Presidenta Dilma Rousseff percorreu no famoso carro Rolls-Royce o trajeto entre o Corpo de Bombeiros até o Ministério da Justiça, onde juntamente com o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), foi executado o Hino Nacional Brasileiro. Após a execução do hino, houve a passagem da Esquadrilha da Fumaça e então a presidenta da República autorizou o início do desfile.
Esse ano, o desfile teve como tema ‘‘Construir um Brasil que avança está em nossas mãos’’. Diversas placas referentes a este tema ocupavam as paredes dos ministérios, cada uma referente a função que o ministério desempenha.
Enquanto ocorria o desfile, algumas pessoas interessantes foram entrevistadas. Uma dessas pessoas foi Wanderley Bufará, morador do Jardim Ingá – Luziânia GO. Natural de São Paulo, caminhoneiro. Há três anos o Senhor Wanderley prestigia o desfile. Mas esse ano ele foi para manifestar contra a corrupção no governo. Sozinho, ele carregava uma bandeira chamativa com os dizeres ‘‘Operação Caça-ladrão’’. Wanderley fez acusações contra o governo do ex-presidente da República (Luís Inácio Lula da Silva) Indignado com os acontecimentos no atual governo, ele andava por toda a Esplanada mostrando sua bandeira com orgulho e pedia mais apuração das irregularidades que, segundo ele, já vinham do governo passado.
Também a senhora Luzia Santos, que há anos vem de Luziânia GO, com filhos e netos para assistir ao desfile. Em entrevista, ela relatou que sente um orgulho imenso em ser brasileira e que se emociona todos os anos ao ver as apresentações, principalmente a Esquadrilha da Fumaça.
O desfile contou ainda com a presença de 1200 estudantes de diversas escolas da rede pública e privada de Brasília.
Como de costume, barracas com comidas diversas ocuparam uma área da Esplanada; A festa também contou com caminhões da CAESB oferecendo água potável de graça para população. Da rodoviária do Plano Piloto até o final da Esplanada dos ministérios, policiais militares e bombeiros estavam espalhados para manter a ordem no decorrer da programação. Barracas com enfermeiros e auxiliares também foram colocadas atrás das arquibancadas. Segundo o enfermeiro Marcos Paulo, havia tranqüilidade no atendimento e que as pessoas estavam preparadas para a baixa umidade que fazia no local.
Por volta das onze horas, a presidenta Dilma Rousseff encerrou o evento, logo após aconteceu a esperada apresentação da esquadrilha da fumaça simultâneo a isso, ao lado do Museu Nacional ocorreu a marcha contra corrupção. De forma pacífica, brasileiros se uniram para manifestar limpando as áreas externas dos ministérios que estão envolvidos nos últimos escândalos, simbolizando que já está na hora de uma limpeza na política.


(Matéria produzida no 7 de setembro de Brasília para a disciplina de redação para mídia impressa)

Cobertura – Mega Evento Esportivo  

Posted by: Jamile Rodrigues

O IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão e o IX Encontro de Iniciação Científica realizados nos dias 4, 5 e 6 de outubro de 2011 promovidos pelo UniCEUB, focou suas ideias no tema sustentabilidade. Para a instituição, é de extrema importância que os temas relacionados com o desenvolvimento da sustentabilidade sejam reforçados.
No dia 05/10 – quarta-feira, uma palestra sobre o Mega Evento Esportivo Copa do Mundo foi coordenada pelos professores Marcelo G. Boia Nascimento (Coordenador do Curso de Educação Física - UniCEUB) e André Cunha Arantes (Professor do curso de Educação Física – UniCEUB). Infelizmente, o palestrante convidado Dr. Alcino Reis Rocha (assessor especial de Futebol do Ministério de Esportes) não esteve presente devido a um contratempo pessoal.
Na palestra, o professor Marcelo Nascimento ressaltou que a idéia deste mega evento esportivo é dar a dimensão de que um evento como a copa do mundo vai além do futebol. Atravessam as fronteiras da formação de profissionais em diversas áreas, como setor hoteleiro, vendas e restaurantes, passando por melhorias no transporte e no turismo.
Brasília está preparada para receber os jogos da Copa do Mundo, contando com uma infra-estrutura de qualidade, poderá receber turismos e abrigá-los de forma segura e prática, trazendo conforto e qualidades que vão além das semanas dos jogos. ‘‘Os investimentos nessas obras vão além do evento esportivo, pois a cidade estará ganhando em qualidade de vida com o final do campeonato’’ afirma o professor Marcelo Nascimento.
‘‘Melhorias no aeroporto de Brasília e nos hotéis trarão para a cidade, a capacidade de receber turistas no decorrer dos anos’’ Completa o professor André Cunha. O Estádio Nacional (Antigo Mané Garrincha) também está em reformas e segundo os palestrantes, está passando por uma modificação sustentável, pronto para receber outras atividades após a Copa do Mundo.


(matéria produzida sobre o segundo dia do IX Congresso de Ensino Pesquisa e Extensão promovido pelo UniCEUB)

Grafite é arte, pichação é crime !  

Posted by: Jamile Rodrigues

Existe uma grande diferença entre grafite e pichação. Grafite é considerado uma arte de rua, já a pichação é uma atitude de vandalismo. Segundo o Sargento Oliveira do 14° batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, quem comete esse tipo de vandalismo pode ficar preso de três meses a um ano e pagamento de multa de acordo com o artigo 65 da lei dos crimes ambientais.
As pessoas que tem o costume de pichar disputam com outros pichadores para saber quem picha mais alto. Edifícios públicos e privados, praças, passagens subterrâneas e até casas ficam sujos com esse tipo de vandalismo. Uma solução para tentar evitar esse tipo de crime, é fazer com que esses jovens conheçam a arte de rua. É aí que aparece o grafite, que funciona como uma reabilitação para que os pichadores sigam pelo caminho da arte.
O projeto Picasso não Pichava, desenvolvido no ano de 1999 e patrocinado pela Secretaria de Segurança Pública do DF, atende jovens de 8 a 16 anos em sete regiões do Distrito Federal: Sobradinho, Cruzeiro, Paranoá, Ceilândia, Varjão, Itapoã, Brazlândia. Conta com professores que dão aulas de artes e desenhos aos interessados, mas não para por aí. Além das aulas de grafite, os participantes assistem a palestras sobre pichações, drogas, convivência em sociedade, cinema e hip hop.
Vinicius Sobrinho, grafiteiro e morador de Planaltina – região administrativa próxima a Brasília, se define como artista e garante que a arte do grafite pode afastar os jovens da criminalidade das ruas e das pichações. ‘‘O grafite ajuda e muito. Muitas crianças não têm o que fazer e são induzidas a pichar, mas se tiverem a instrução de que isso é errado, vão se voltar para a arte, ocupar o tempo e relaxarem com isso’’, disse.
Na maioria das situações, os grafiteiros fazem suas artes em cima das pichações feitas por gangues. Geralmente não a rivalidades entre os grafiteiros e pichadores. O que os pichadores não aceitam é que outras gangues tapem seus desenhos e frases.Para celebrar a construção do Estádio Nacional de Brasília (antigo Mané Garrincha) e a copa do mundo 2014, que será sediada no Brasil, artistas começaram nessa quinta-feira (15/09) grafitar os tapumes que cercam as obras no Estádio. Além de deixar o cercado do Estádio com uma visão mais colorida, os jovens ganham credibilidade com as pessoas que ainda tem preconceito com a arte do grafite e estão cada vez sendo menos marginalizados e mais respeitados.
O grafite é um movimento respeitado das artes plásticas, que apareceu no final dos anos 70 em Nova Iorque. Com a revolução cultural, surgiram as primeiras manifestações nos muros de Paris. E tem tomado os muros brasileiros e brasilienses cada vez mais. Os grafiteiros querem e precisam divulgar essa idéia de que o grafite é arte e não deve ser considerado como vandalismo.

(Matéria produzida para a disciplina de Redação para Mídia Impressa - 4° semestre)

Relatos de uma ''quase'' foca  

Posted by: Jamile Rodrigues

Relatos de uma ''quase'' foca é a nova visão que eu quero por aqui no blog. Relatando o dia-a-dia de uma aspirante ao jornalismo. Como o quem sou eu aqui ao lado diz, foca é o nome dado ao jornalista recém-formado, o iniciante. Como ainda não sou jornalista, estou me denominando como ''quase'' foca. Minhas matérias escritas para as aulas da faculdade e minha visão sobre o jornalismo estará sempre sendo postada aqui.